Educação

  

Ensino desinteressante é o maior motivo de evasão escolar

 

 

Em 2009, dos 553.411 estudantes matriculados no ensino fundamental nas escolas municipais, 14.831 abandonaram os estudos antes do ano letivo. No mesmo ano a Fundação Getúlio Vargas (FGV) lançou uma pesquisa que revelou números e motivos surpreendentes.

O mito de que a maioria dos jovens entr 15 e 17 anos deixam a escola pra trabalhar foi desmentido. A pesquisa revela que 40% dos jovens nessa faixa etária estão fora da escola porque a acham desinteressante, e que é em regiões ricas que os jovens mais evadem. Em segundo lugar, com 27%, vem a necessidade de trabalhar, e em terceiro, com 10,9%, vem a dificuldade de acesso às escolas.

Outro grande problema que incentiva o abandono aos estudos são as escolas em áreas de risco, o medo faz com que os pais não deixem seus filhos irem ao colégio.

São várias as ações que precisam ser tomadas para erradicar a evasão escolar, a reformulação da educação é uma delas, é preciso deixar a escola mais interessante para atrair os alunos, outra solução, de acordo com o chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, seria uma extensão da cobertura etária da Bolsa Família, que permitiria aos alunos entre 16 e 18 anos com problemas financeiros a continuar na escola.

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             Avaliação de professores

 

 

Os professores agora vão passar pela a mesma provação que seus alunos, literalmente. No dia 24 de junho o MEC (Ministério da Educação) vigorou o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente.

O Ministério pretende realizar a primeira prova em 2011, que terá vários temas, como: metodologia de ensino, políticas educacionais, direito e conteúdos específicos. O exame segue o modelo do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), o professor faz a prova, recebe o resultado em forma de boletim e pode usar a nota para ingressar em qualquer uma das escolas que aderirem ao programa.

A participação dos professores é voluntária, mediante inscrição. Os objetivos da prova são subsidiar a contratação de docentes para a educação báscia dos estados e municípios, conferir parâmetro para autoavaliação dos futuros docentes, oferecer um diagnóstico dos conhecimentos dos futuros professores e criar um indicador qualitativo que poderá ser incorporado à avaliação de políticas públicas de formação inicial dos docentes.

O responsável pela prova será o Inep (Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), que disponibiliza em seu site, desde o dia 19, uma consulta pública sobre o exame, que ficará no ar por 45 dias.

Para criar esse exame foram analisados sete países que buscam ter um padrão de professores: Austrália, Canadá, Cingapura, Chile, Cuba, Estados Unidos e Inglaterra.

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