Sexualidade

SEXO NA TERCEIRA IDADE

 

Os benefícios e os perigos da atividade sexual na terceira idade

Creso Queiroz

Creso Queiroz. Estudante de jornalismo

 

Por Creso Queiroz

Foi-se o tempo em que lugar de idosos era nas praças jogando baralho ou xadrez e nas salas de TV fazendo crochê. Segundo pesquisas recentes, os idosos tem se beneficiado cada vez mais das novas tecnologias e dos avanços da medicina. As estimativas de vida também aumentaram.

A principal evolução na medicina para a prática sexual foi a chamada pílula azul (Viagra), um estimulante sexual que devolveu o prazer sexual aos homens com idade mais avançada e com problemas de ereção. O problema ocorre, porque os hormônios que equilibram o organismo humano se tornam escassos com o passar dos anos e a conseqüência nos homens é a dificuldade de ereção, comprometendo o ato sexual.

 Já nas mulheres o problema é a menopausa, que desequilibra os hormônios femininos, provocando além da falta do desejo sexual, desconforto na relação com o parceiro, podendo acarretar problemas inclusive no próprio ato sexual, pois a vagina tende a ficar ressecada com o problema em fase mais aguda. Hoje, tanto o homem quanto a mulher, pode se beneficiar dos avanços da medicina e continuar tendo uma vida sexual ativa.                                                      

 
 
 
 
 

casal da terceira idade

Casal da terceira idade. foto sem autoria

 

Alguém disse que você é velho demais para fazer sexo? 

 

Segundo pesquisas recentes, a sexualidade na terceira idade é freqüentemente vista e baseada em antigos estereótipos privado de significados, como também é associada a disfunção ou insatisfação. Esses estereótipos de que as pessoas mais idosas não são atraentes fisicamente, não têm interesses por sexo ou são incapazes de sentir e reagir há algum estímulo sexual, ainda são erroneamente difundidos.

Estes preconceitos, aliados a falta de informação, induzem o cidadão a uma atitude pessimista em tudo que se refere ao sexo na terceira idade.  Na população idosa que possui uma saúde razoável e um partner disponível, podem continuar a ter relações sexuais mesmo aos 80/90 anos de idade. Inclusive, é importante ressaltar que Muita gente pode recomeçar a atividade sexual depois de um período de tempo variável entre 12 e 16 semanas após ter sofrido um ataque cardíaco. 

Uma descoberta recente divulgou que estudos demonstram que um vasto percentual de indivíduos com idade superior aos 65 anos, não só continuam a atividade sexual, mas também, geralmente estão satisfeitos com o sexo e seus parceiros ou parceiras. 

A maior parte das pessoas idosas deseja usufruir de uma vida sexual satisfatória. A atividade sexual regular ajuda a manter a habilidade no sexo e melhora a auto- estima, além de ser muito importante para qualquer casal, idoso ou não.

Idosos também fazem sexo

Idosos também fazem sexo. foto sem autoria

 

 “Sexo na terceira idade, prevenção não tem idade”

                                                                        Slogan do ministério da saúde

 

 Segundo dados e pesquisas nacionais, homens e mulheres na terceira idade estão fazendo sexo sem prevenção e como conseqüência disso, se contaminando com o vírus da AIDS. Os números da doença em pessoas com mais de 50 anos vem crescendo em todo o país.

Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde aponta que 2% da população acima de 60 anos são portadores do vírus HIV, isso significa que pelo menos 5.500 idosos estão infectados com a doença no Brasil.

A nova geração de idoso que hoje já têm recursos para prolongar a qualidade de vida, estão ativos para dançar, passear, estudar e também estão aptos para namorar, mas ninguém pensa na vovó e no vovô fazendo sexo.

Viagra

Viagra, estimulante sexual. foto sem autoria

O problema maior é que o homem acima de 50, 60 anos, tem mais dificuldade de aceitar fazer sexo com o preservativo, porque ele acaba associando isso a sua juventude, quando essa prática não era comum e não se usava muito a camisinha, pois a AIDS ainda não existia.

Ainda hoje existe o tabu de se falar sobre sexo na terceira idade, seja pela família, pela mídia e até nos consultórios médicos, que além de tudo, devem estar atentos, pois uma das manifestações da AIDS na velhice é o quadro de Demência. O mais correto são os idosos e todos os que tenham dúvidas relacionadas ao sexo seguro, procurarem por informações nos postos de saúde, onde uma orientação poderia ser feito sem preconceitos.

Mais informações no site: www.portalterceiraidade.com.br

Mistério da saúde: http://portal.saude.gov.br

Ou no disque saúde 0800 61 1997

 

 

 

Adolescentes e as descobertas do sexo!

 

Os adolescentes começam a fazer sexo cada vez mais cedo

 

 Por Creso Queiroz

  

sexo na adolescência

adolescentes e a descoberta da sexualidade. foto sem autoria

Na adolescência, o período compreendido entre 10 e 20 anos, é conhecido como uma fase bastante complicada. É nessa fase que o corpo passa pelas primeiras transformações e as dúvidas e incertezas são bem comuns nesse período. As garotas têm a primeira menstruação (menarca) e sentem as transformações do corpo de forma mais acentuadas. Vários relatos de espinhas (acnes) no rosto, e aumento dos seios e mudanças no manequim são observados pelas pessoas mais próximas.

Nos garotos, a sensação dos primeiros orgasmos e o interesse pelo sexo oposto, resultado dos hormônios em ebulição, são os mais relatados nessa faixa etária. Também, poluções masculinas (ejaculações espontâneas sem coito), o crescimento de pêlos no corpo, a mudança de voz nos rapazes, o amadurecimento da genitália, com aumento do tamanho do pênis, entre outros. É quando tudo parece ser um bicho de sete cabeças. Essa é a fase da puberdade, onde os adolescentes tentam se impor perante os adultos e falar de assuntos sexuais em rodas de amigos.

 A ansiedade pela primeira experiência sexual e o medo de não saber como lidar com a parceira na hora H, são os maiores desafios dos garotos, que anseiam por esse momento. Como se a vida fosse acabar hoje. Já para as garotas, o maior tabu é perder a virgindade e o medo de engravidar. Hoje, essa realidade tem mudado um pouco, pois, os adolescentes têm mais informações e a conversa sobre sexo em família é mais comum que há vinte anos. Além disso, a internet tem contribuído para uma socialização dos jovens, inclusive, muitos buscam informações sobre sexo na web. Mas, o risco da internet é muito grande, pois ninguém tem controle no ciberespaço, nem mesmo os pais.

 

o despertar da sexualidade

o despertar da sexualidade. foto sem autoria

Claro que em outros países, a chegada da adolescência pode ser bem diferente da dos brasileiros. Os países ocidentais, como os Estados Unidos e a Inglaterra ou França, onde o processo de educação continuada e a grande soma de informações acabam por retardar a necessidade, por parte dos jovens, da busca de uma vida separada de seus pais. Muitos ainda moram com a família depois dos 20 anos. Já em países como o Brasil, África e Ásia, por exemplo, a necessidade de força braçal, desde muito cedo, antecipa a entrada da criança na adolescência e nas responsabilidades diárias que lhe são impostas.  

Diferenças na atitude de garotos

 e garotas sobre sexualidade

As meninas adolescentes amadurecem em média dois anos antes dos rapazes. Geralmente, elas fortificam sua feminilidade, prorrogam os encontros sexuais e selecionam com mais critério o parceiro adequado para poderem ter sua primeira relação sexual, e isso ocorre de forma gradual. A perda da virgindade é um momento muito especial para grande parte das garotas. É a descoberta do corpo e do prazer. Já os meninos, agem de forma mais incisiva, procurando nem sempre a qualidade e sim a quantidade de garotas.

Os adolescentes estão iniciando na vida sexual cada vez mais cedo, em média aos 15 anos de idade. Portanto, os pais e a escola têm que mantê-los cada vez mais informados sobre a gravidez precoce e os perigos de se contrair uma DST, (doenças sexualmente transmissíveis). Contudo, o melhor caminho, ainda é a verdade e o diálogo, mesmo que o assunto sexo seja embaraçoso para muitos adultos e adolescentes. O diálogo sincero poderá evitar, por exemplo, os abusos que crianças e adolescentes vêm sofrendo com à falta de informação, relacionado às recentes “pulseirinhas do sexo”, uma febre no Brasil, que além da conotação sexual, há também relatos de estupros contra menores.

 

Pulseirinhas com conotação sexual

Pulseirinhas com conotação sexual. foto sem autoria

Vale lembrar, que no mês de maio é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, uma triste realidade enfrentada por meninos e meninas de todo o Brasil.

 

 

 

HOMOSSEXUALIDADE 

 

A liberdade e as conquistas dos homossexuais no século XXI

 

Por Creso Queiroz

 

Desde a década de 60, época dos movimentos de contra-cultura, que a homossexualidade vem sendo discutida abertamente na sociedade.

 Já na década de 80, após alguns anos de libertação sexual, surge a AIDS e com um grande número de homossexuais sendo infectados no mundo.

A imprensa, de forma preconceituosa, denominou a nova doença de “a peste gay” ou “câncer gay”. Como se vê, a imprensa estava completamente errada, pois, a doença acomete qualquer um que esteja em grupo de risco, nos dias atuais, ou seja, na promiscuidade.

O número de heterossexuais com a doença e principalmente as mulheres casadas tem crescido muito nos últimos anos. Na atualidade, o número de infecção do HIV por homossexuais e heterossexuais chegou a 50%. 

A mídia também muitas vezes, de forma arbitrária, dissemina a desinformação, através de divulgações preconceituosas através de programas como o Big Brother Brasil, aonde um participante, Dourado (vencedor e alçado o grande herói da garotada em 2010) disse a seguinte pérola: “Homens heterossexuais não pegam AIDS”.

Sabe–se que a forma mais segura de se proteger, desde que surgiu a doença, seja gay ou hétero, é o uso do preservativo em todas as relações sexuais.

 

parada gay de São Paulo

Diversidade na parada gay de São Paulo. Foto: recantosbrasiltu

 

 

Dados de pessoas que se assumem homossexuais

 Segundo uma pesquisa realizada em São Paulo, Um terço dos gays assume a sua opção sexual antes dos 15 anos e essa atitude vem crescendo a cada dia.

Os dados também apontam que, na hora de “sair do armário”, eles encontram mais dificuldade de conversar com o pai do que com a mãe. Por isso, a mãe é quem recebe a notícia em 71,1% das vezes os pais são informados em 56,8% dos casos.

A pesquisa foi realizada durante a parada gay, Parada LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) realizada em junho do ano passado na capital paulista. Foram ouvidas 211 pessoas entre 10 e 24 anos.

No geral, 31,3% afirmaram ter contado que eram gays entre os 10 e os 14 anos, 62,8% entre 15 e 19 anos e 5,9% após 20 anos.

Entre as pessoas do sexo masculino, 42% responderam que haviam se relacionado sexualmente com mais de 10 parceiros, e 19,4%, com cinco a nove parceiros. Já entre as mulheres, 35% informaram terem tido relacionamento com mais de 10 parceiros e 30% com cinco a nove parceiros.

Sobre a aceitação dos homossexuais é importante ressaltar a inédita conquista de um casal de lésbicas da cidade de Bajé, Rio Grande do Sul. As duas mulheres conseguiram adotar e registrar uma criança que vive com elas há oito anos, o que abre uma nova era de conquista para os casais gays no Brasil.

 

Milhares de pessoas na passeata do orgulho gay de São Paulo

Milhares de pessoas na passeata do orgulho gay de São Paulo. foto de Roberto Cordeiro

 

A TV no armário

 

O livro, A TV no armário, do professor e jornalista Irineu Ramos Ribeiro, analisa diversos aspectos do tratamento dado aos gays na programação humorística, em telejornais e em novelas, demonstrando as diversas formas pelas quais o preconceito é estimulado. Baseando-se no pensamento de Michel Foucault e noções da teoria queer, ou teoria do estranhamento, o autor comprova que a televisão brasileira acaba transmitindo valores negativos, depreciativos e caricatos no que se refere aos gays. “Está na hora de mudar de rumo”, afirma Ribeiro, lembrando que a mídia tem um papel determinante na formação de identidade.

O autor discorre sobre o limiar dos gêneros, abordando questões como ambiguidade, identidade, sexualidade e formas de pensar. Fala sobre o desenvolvimento das identidades sexuais “proscritas” no decorrer do século XX e as relações de poder na mídia televisiva. “O conceito de gênero se refere à construção social e cultural que se organiza a partir da diferença sexual”, revela o autor.

O livro traz ainda um breve relato histórico do surgimento da TV no Brasil e o levantamento da cobertura jornalística televisiva da Parada do Orgulho Gay de São Paulo. O autor examina também alguns programas humorísticos que tratam o gay com escracho, um game show que perde a oportunidade de esclarecer que a diferença é saudável e uma novela que acaba apelando para o sentimentalismo na hora de retratar o amor homossexual. “Procuro demonstrar as sutis abordagens em que o preconceito é estimulado e impede a existência de um mundo onde a diferença seja respeitada”, explica o autor.

Fonte de informação: folha online e uol

Casamento e vida sexual

 

Como são os casais que lidam com a rotina e os problemas do dia a dia, sem comprometer a vida sexual

Por Creso Queiroz

 

casal discutindo a relação sexual

casal discutindo a relação sexual. foto sem autoria

“Sexo é bom e faz bem a saúde”, disse o ministro da saúde, José Gomes Temporão, no mês de abril de 2010. O ministro recomendou aos casais que façam sexo, pois o ato sexual, contribui para a saúde do homem e da mulher, desde que a prática seja acompanhada de preservativo. Advertiu ele. 

Mas segundo estimativas, com a rotina do dia a dia, nem sempre esse bem estar sexual é conseguido pelo casal. Segundo estimativas recentes, a vida sexual dos casados não anda lá muito bem. Há realmente uma crise da vida sexual no casamento. Isso é o que vem ocorrendo não só no Brasil, mas em vários países onde a correria dos grandes centros urbanos e a vida repleta de compromissos profissionais, reflete diretamente na falta de apetite sexual e disposição para o cônjuge.

Segundo a psiquiatra Carmita Abdo, autora do recém-lançado Descobrimento Sexual do Brasil (Summus Editorial), Há muito sedentarismo, excesso de fumo e de bebidas alcoólicas, o que agrava mais ainda o problema na cama. Ou seja, esses fatores também aumentam a falta de disposição para o parceiro(a). Muitos casais também acabam deixando que a vida sexual, depois de um tempo casados, caia na rotina. O sexo passa a ser burocrático, pois a falta de criatividade e de novidade na cama deixa de estimular os casais e muitos acabam traindo seus parceiros(as). Não é raro os casais procurarem ajuda com terapeutas de casais para salvar o casamento ou reavivar o desejo sexual.

 

quando não há o desejo sexual

quando não há desejo sexual. foto Vilamulher

 Trair não é a solução

 

Quando Walter Pinheiro, soube que sua ex-noiva o estava traindo com um Ginecologista, sua vida quase acabou. Segundo ele, a traição lhe custou vários meses de depressão, além de ter perdido a confiança numa relação a dois. Walter, tem uma história curiosa e ao mesmo tempo, reveladora dos problemas conjugais, uma realidade cada vez mais comum na atualidade, pois há estatísticas que mostram que vários casais insatisfeitos, acabam traindo seus perceiros(as), por não conseguirem despertar o desejo em casa. “Não acredito que trair seja a solução para um relacionamento ruim, acredito no diálogo e na sinceridade”. Disse ele.

 Veja mais no depoimento da entrevista abaixo.

 

 

 

 Troca de casais, uma prática moderna

Na atualidade, uma moda entre casais modernos dos grandes centros, como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte… é frequentar as chamadas casas de Swing, uma espécie de lugar onde os casais se encontram para trocar experiências sexuais entre eles. Tudo feito em comum acordo é claro.

Como dizem alguns especialistas, tudo que se relaciona ao prazer sexual deve ser respeitado, desde que esse prazer não cause culpa e frustração para os envolvidos. Realmente, não há dados no Brasil que indiquem o grau de satisfação sexual do brasileiro no casamento, mas alguns números indicam que o sexo no lar não é suficiente. Segundo um estudo recente sobre a vida sexual do brasileiro, feito pelo Prosex chegou-se a seguinte conclusão: Em 2004, 50% dos homens do País foram assumidamente infiéis. Entre as mulheres, o patamar das que assumem ter relações extraconjugais fica em 26%.

swing-fantasias-de-casal

casais que curtem Swing. foto Vilamulher

Uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Segundo os pesquisadores, o brasileiro mantém uma relação de poder com o sexo e, para ele, praticar o ato poucas vezes por semana é sinônimo de inferioridade. O levantamento avaliou mais de sete mil brasileiros, com idades entre 18 e 80 anos.

A pesquisa aponta fatores diferentes entre a resistência das mulheres e a dos homens em assumir a frequência com que fazem sexo com seus parceiros. Para as mulheres, fazer pouco sexo por semana significa falta de interesse dos parceiros, o que elas associam a aspectos estéticos ou traição. Já para os homens, fazer pouco sexo por semana significa pouca Virilidade e isso expõe sua masculinidade.

Outro dado curioso revelado pela pesquisa é que 60% dos brasileiros afirmam ter problemas sexuais como falta de desejo, incapacidade de atingir o orgasmo, ejaculação precoce e dor na hora da penetração.

  

A rotina do dia a dia que separa casais

 

Foto do músico Ricardo Ribeiro

Foto do músico Ricardo Ribeiro. Foto: Creso Queiroz

O músico e professor, Ricardo Ribeiro, foi casado há doze anos e viveu o desgaste natural de uma relação a dois.

Segundo Ribeiro, não é fácil lidar com a carga de trabalho todo dia, e de noite ter energia para o sexo, mas que é muito importante um entender o outro, para não haver conflitos. “O casal precisa ter diálogo acima de tudo, pois sem conversa fica inviável uma relação saudável” Disse ele.

Ainda segundo Ricardo, não tem necessidade do casal buscar aventuras em Casas de Swing, e nem traição, pois, quando se há amor e atração entre os dois, tudo é mais gostoso. “O mais importante é a cumplicidade do casal”. Completou o músico.

 

 

 

 

 

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